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Por que seus filhotes
não vendem
Se a ninhada cresce e alguns filhotes ficam parados, quase sempre não é o preço nem a raça. É uma destas cinco coisas, e todas têm conserto.
Se a ninhada cresce e alguns filhotes ficam parados, a primeira reação costuma ser mexer no preço. Mas se a raça tem procura e o seu preço está na média, o problema quase sempre é outro. E são só cinco, todos com conserto.
1. Você só aparece para quem já te conhece
Indicação e seguidores são pessoas que já sabem quem você é. Elas são poucas e não dependem de você. Quem está procurando um filhote agora, e nunca ouviu falar do seu canil, não te encontra.
Como resolve: anúncio pago coloca o seu filhote na frente de quem está procurando a raça naquele momento.
2. A foto e o texto não passam confiança
Comprar um filhote é uma compra de confiança. Foto ruim, sem informação de pedigree, sem rosto do criador, sem a estrutura do canil: tudo isso faz o comprador desconfiar e procurar outro.
Como resolve: posicionamento e comunicação que mostram quem você é e por que confiar em você.
3. Ninguém sabe que a ninhada existe antes dela nascer
Você começa a divulgar quando os filhotes já nasceram. Aí é corrida contra o relógio: cada semana o filhote fica mais velho e a procura cai.
Como resolve: lista de espera. Reservar interessados com sinal antes do nascimento, para a ninhada nascer quase toda vendida.
4. O atendimento demora ou não conduz
O interessado manda mensagem e a resposta demora horas. Ou responde na hora, mas a conversa morre no "vou pensar" porque ninguém propôs o próximo passo.
Como resolve: um processo de venda no WhatsApp com resposta rápida e condução até a reserva.
5. Você compete por preço em vez de comunicar valor
Quando a única coisa que o comprador vê é o número, ele compara com o criador informal que vende mais barato. Você investe em genética e saúde, mas isso não aparece.
Como resolve: comunicar o que acompanha o filhote (pedigree, vacinas, acompanhamento) antes do preço, para o comprador entender o que está pagando.
Resumo
Filhote parado quase nunca é preço
É visibilidade, confiança, antecipação, atendimento ou comunicação de valor. A Stork estrutura os cinco: posicionamento, anúncio e processo comercial.
Quer parar de ter filhote encalhado?
A primeira conversa é gratuita: a Stork olha o seu canil e diz qual das cinco causas está travando as suas vendas. Você fala direto com os fundadores.
Perguntas frequentes
Filhote que não vende: as dúvidas de sempre
Meus filhotes não vendem, o problema é o preço?
Quase nunca. Se a raça tem procura e o preço está na média da sua região, o problema costuma ser visibilidade (pouca gente sabe que a ninhada existe), confiança (o anúncio não passa segurança) ou atendimento (a pessoa aparece e ninguém conduz para a reserva). Baixar o preço trata o sintoma, não a causa.
Como vender um filhote que já ficou grande e parado?
Reduza o anúncio para "filhote disponível para entrega imediata", mostre ele crescido com fotos e vídeo atuais, e considere um público mais amplo de região. Filhote maior assusta menos comprador do que se imagina quando a comunicação é honesta. E revise por que ele ficou parado, para a próxima ninhada não repetir.
Quanto tempo depois de nascer um filhote começa a ficar difícil de vender?
Depende da raça, mas a procura costuma cair bastante depois dos 3 a 4 meses, quando o filhote perde a aparência de bebê. Por isso o ideal é chegar ao nascimento já com interessados na fila, em vez de começar a divulgar quando a ninhada já nasceu.
Vale a pena baixar o preço para vender os últimos da ninhada?
É o último recurso, não o primeiro. Baixar preço ensina o mercado a esperar o desconto e derruba o valor das próximas ninhadas. Antes disso, teste facilitar a entrega, ampliar a região do anúncio e reforçar o que acompanha o filhote.
Como faço para vender a ninhada antes de nascer?
Com lista de espera. Toda pessoa que procura um filhote que você não tem no momento entra na fila da próxima ninhada com um sinal. Quando a matriz cruza, você já tem compradores. É o mecanismo central do método Stork e o que aconteceu no caso Pompons do Iguaçu.