Início · Caso Pompons do Iguaçu
O que a Stork fez
no Pompons do Iguaçu
Números reais de duas ninhadas, de novembro de 2025 a julho de 2026. Site, posicionamento, anúncio e processo comercial. E o que cada real virou em venda de filhote.
O que aconteceu
Pompons do Iguaçu, em 2 ninhadas
Duas ninhadas, de novembro de 2025 a julho de 2026, com os números abertos.
6 filhotes
vendidos por anúncio nas duas ninhadas
R$ 24.500
em vendas de filhote no período
cerca de R$ 200
de anúncio para cada filhote vendido
4 pessoas
já na fila da ninhada seguinte, antes de nascer
O ponto de partida
O Pompons do Iguaçu é um canil de lulu da pomerânia. Antes da Stork, as vendas dependiam de indicação e do Instagram: mês bom, mês ruim, e a insegurança de não saber se a ninhada ia vender.
O que a Stork montou
As quatro frentes juntas: um posicionamento claro do canil, um site profissional, anúncio no Meta e no Google, e um processo comercial no WhatsApp com acompanhamento organizado dos interessados. No fim de cada ciclo, um relatório em dinheiro: quanto entrou, quanto saiu, quantos filhotes venderam.
1ª ninhada: nov/2025 a jan/2026
Cerca de R$ 20.000 em vendas, 5 filhotes vendidos, e 170 pessoas chamaram no WhatsApp interessadas. Ticket em torno de R$ 4.000.
2ª ninhada: jun a jul/2026
Um recorte de 14 dias: R$ 207,94 em anúncio, 105 pessoas no WhatsApp, 1 filhote vendido por R$ 4.500, e 4 pessoas entraram na fila da ninhada de setembro antes de os filhotes nascerem.
O retorno
Somando as duas ninhadas: para cada R$ 1 gasto em anúncio, cerca de R$ 20 voltaram em venda de filhote. Contando também o que o cliente pagou à Stork, cada R$ 1 investido virou cerca de R$ 7.
Na voz da cliente
“Antes da Stork, nossas vendas dependiam muito de indicação e do Instagram. Hoje temos um processo muito mais estruturado para gerar interessados e conduzir essas pessoas até a compra. O que mais mudou foi a sensação de segurança: não ficamos mais simplesmente esperando alguém aparecer.”
Amanda Karina, Pompons do Iguaçu
Transparência
O que estes números são, e o que não são
São resultados reais de um canil específico: lulu da pomerânia, ticket em torno de R$ 4.000 a R$ 4.500, numa região com bom público. Não é uma média de mercado nem uma promessa. Raça, preço, região e plantel mudam o resultado de canil para canil.
O que eles mostram é que o método funciona quando bem aplicado, num mercado onde quase ninguém faz marketing sério. A Stork não promete venda garantida, e quem promete está exagerando.
Quer um resultado assim no seu canil?
A primeira conversa é gratuita: a Stork olha o seu canil e mostra por onde começar. Você fala direto com os fundadores.
Perguntas frequentes
Caso Pompons do Iguaçu: as dúvidas de sempre
Esses números se repetem em qualquer canil?
Não. É o resultado de um canil específico, de raça de porte pequeno e ticket em torno de R$ 4.000 a R$ 4.500, numa região com bom público, inclusive fronteiriço. A amostra ainda é pequena (6 filhotes em duas ninhadas). Servem para mostrar que o método funciona, não como promessa de repetição.
Quanto o cliente investiu no total?
Somando as duas ninhadas: cerca de R$ 1.217 em anúncio, mais o que foi pago à Stork (serviço e comissão). Contando tudo, cada R$ 1 investido voltou em torno de R$ 7 em venda de filhote. Só o anúncio, cada R$ 1 virou cerca de R$ 20.
O que é a lista de espera citada no caso?
É a fila de compradores que já deixaram sinal para a próxima ninhada, antes de os filhotes nascerem. No fim do segundo ciclo, 4 pessoas estavam na fila da ninhada de setembro. É o mecanismo que faz a ninhada nascer quase toda vendida.
Por que o segundo ciclo teve menos vendas?
O primeiro ciclo foi mais longo (cerca de 7 semanas, 5 vendas) e o segundo foi um recorte curto de 14 dias, com 1 venda e 4 reservas em aberto para setembro. São períodos diferentes, por isso a gente soma os dois em vez de olhar um isolado.
Posso falar com a Amanda antes de contratar?
A Amanda autorizou a Stork a mostrar estes números. Se você quiser conversar com ela sobre a experiência, é só pedir na primeira conversa que a gente combina.